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Sistema sob medida para restaurantes e food service

No food service, a margem se perde em gramas: porção fora da ficha técnica, insumo vencido no fundo da câmara, prato vendido no delivery com a taxa do aplicativo esquecida. Desenvolvemos sistemas e integrações que ligam ficha técnica, compras, produção, estoque e canais de venda, para que o CMV deixe de ser descoberto no fechamento e passe a ser acompanhado por prato e por loja.

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Dores que resolvemos

  • CMV apurado só no fechamento, sem saber qual prato ou loja puxou o custo para cima.
  • Ficha técnica desatualizada, que não reflete o preço atual dos insumos.
  • Pedidos de aplicativos de delivery digitados à mão no PDV ou na cozinha.
  • Cozinha central que produz por intuição e transfere para as lojas sem controle de lote.
  • Insumo vencido descartado sem registro de quanto se perdeu.
  • Rateio da taxa de serviço feito em planilha, com dúvida da equipe a cada fechamento.

Módulos pensados para o setor

O escopo final sai do diagnóstico da sua operação.

Ficha técnica e CMV

Receitas com rendimento, fator de correção e custo atualizado pelo preço de compra, e CMV teórico comparado ao real por prato e loja.

Integração de canais

Pedidos de aplicativos de delivery, site próprio e salão entrando direto no PDV e na cozinha, com cardápio e disponibilidade sincronizados.

Cozinha central

Plano de produção pela demanda das lojas, preparo com lote e validade, etiqueta e transferência conferida no recebimento.

Estoque e validade

Entrada por nota, baixa por venda via ficha técnica, controle por validade e registro de perdas com motivo.

Compras e fornecedores

Pedido sugerido pelo consumo e pelo estoque, cotação e recebimento conferido contra o pedido.

Taxa de serviço

Rateio conforme a regra definida em acordo ou convenção coletiva, com demonstrativo por colaborador e envio para a folha.

Painel da operação

Venda, CMV, perdas e margem por canal, loja e prato, já considerando as taxas de cada aplicativo.

Integrações comuns no setor

  • iFood e outros aplicativos de delivery
  • PDVs de restaurante
  • KDS (telas de cozinha)
  • SEFAZ NFC-e e NF-e
  • Balanças e impressoras de etiquetas
  • Adquirentes e Pix
  • ERP e financeiro

Regras e obrigações que o sistema respeita

  • A RDC 216/2004 da Anvisa estabelece boas práticas para serviços de alimentação, incluindo controle de validade, temperatura e registros, com complementos em normas estaduais e municipais.
  • A Lei 13.419/2017 disciplina a gorjeta e a taxa de serviço, com regras de anotação e de distribuição que costumam ser detalhadas em convenção ou acordo coletivo da categoria.
  • Alimentos embalados produzidos pela cozinha central para revenda podem estar sujeitos a regras de rotulagem, incluindo a declaração de alergênicos. A exigência depende do produto e da forma de venda.
  • A venda ao consumidor é documentada por NFC-e na maioria dos estados, e os pedidos de aplicativos precisam gerar o documento fiscal corretamente, conforme quem é o vendedor na operação.

Soluções que se aplicam

Perguntas frequentes

Por que o CMV real nunca bate com o da ficha técnica?

Porque entre os dois há perdas, porções fora do padrão, desvios, ficha desatualizada e erro de inventário. O sistema calcula o CMV teórico a partir das vendas e das fichas, compara com o consumo real apurado no estoque e mostra onde está a diferença, por insumo, prato e loja. A diferença não some sozinha, mas deixa de ser um número único e vira uma lista de causas para investigar.

Dá para integrar os pedidos do iFood direto na cozinha?

Dá. As plataformas de delivery oferecem APIs para parceiros, e o pedido pode entrar no PDV e na tela da cozinha sem digitação, com o status devolvido ao aplicativo. Cardápio e disponibilidade também podem ser geridos de um lugar só, pausando em todos os canais o item que acabou. Antes, vale confirmar a política de integração de cada plataforma e se o seu PDV aceita receber pedidos por API.

Temos cozinha central e várias lojas. Como controlar o que é transferido?

Tratando a cozinha central como uma pequena indústria. A produção nasce da demanda das lojas, cada preparo recebe lote, data de produção e validade, e a transferência sai com etiqueta e é conferida na chegada. A loja baixa o que recebeu e o que vendeu, e a diferença aparece como perda. Assim o custo do preparo acompanha o prato até a venda em cada loja.

O sistema calcula a parte da taxa de serviço de cada funcionário?

Calcula a partir das regras que a empresa define com base na lei e na convenção coletiva: quais funções participam, pesos, retenções previstas e período de apuração. O demonstrativo mostra a cada colaborador quanto foi arrecadado e como foi feita a divisão. A folha continua no sistema de folha, que recebe os valores prontos. A regra de rateio deve ser validada com o contador ou com o jurídico trabalhista.

Vamos desenhar o sistema da sua empresa?

Cada projeto é desenhado sob medida para o seu processo, e o investimento é definido sob consulta depois de entendermos o contexto. O diagnóstico inicial não tem custo: descreva o cenário e respondemos em até um dia útil.

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