Perguntas frequentes
O que todo cliente pergunta antes
Preço, prazo, contrato e o que acontece depois da entrega. Respostas diretas — se alguma coisa aqui não estiver clara, escreva para a gente.
Quanto custa desenvolver um software sob medida?
Trabalhamos em três faixas: escopo pontual (site com painel, automação, integração entre sistemas) de R$ 5 mil a R$ 15 mil; MVP focado de R$ 15 mil a R$ 35 mil; e sistema de operação, com múltiplos perfis e integrações, de R$ 35 mil a R$ 50 mil. Acima disso a conversa vira time dedicado com prioridade por ciclo. O diagnóstico inicial é gratuito e devolve uma faixa fechada com as premissas explícitas — preço sem escopo definido é ficção, e a diferença aparece depois na forma de aditivo.
Quanto tempo leva um projeto do início ao lançamento?
Escopo pontual (site com painel, automação, integração) fica em 2 a 4 semanas. Um MVP com escopo enxuto leva de 6 a 10 semanas. Sistemas com integrações a ERP, gateway de pagamento ou órgão regulador ficam entre 3 e 5 meses. Entregamos em incrementos utilizáveis a cada duas semanas, então você vê software rodando muito antes do prazo final.
Como funciona o processo de trabalho de vocês?
Quatro etapas: diagnóstico (entender o problema e o contexto técnico), desenho da solução (arquitetura, escopo e faixa de investimento), construção em ciclos de duas semanas com entrega funcional ao fim de cada um, e transferência (documentação, treinamento e acesso a tudo). Você fala direto com quem escreve o código, sem camada de intermediação.
O código-fonte fica com a minha empresa?
Sim, integralmente e desde o primeiro commit. O repositório é da sua empresa, nós somos colaboradores nele. Não usamos plataforma proprietária que prenda o cliente, e a transferência de conhecimento faz parte do contrato, não é um serviço extra.
Vocês assinam NDA?
Sim, assinamos acordo de confidencialidade antes de qualquer conversa técnica sobre o seu produto. Também trabalhamos com os modelos de contrato do seu jurídico.
Vocês trabalham com sistemas legados ou só projetos novos?
Os dois, e legado é uma parte grande do que fazemos. Sistema que já está em produção e gera receita costuma ser mais valioso e mais delicado que um projeto do zero. Começamos com um diagnóstico de arquitetura antes de propor qualquer mudança estrutural.
Que tecnologias vocês usam?
No dia a dia: TypeScript, React, React Native, Node.js, Python, Go, PostgreSQL, Docker, Kubernetes, Terraform e AWS. A escolha vem do problema e do que o seu time consegue manter depois — adotar uma tecnologia que ninguém aí dentro sustenta é transferir risco para o cliente.
O que acontece depois que o sistema entra no ar?
Oferecemos contrato de manutenção evolutiva com horas mensais para correções, melhorias e atualizações de segurança. Também é comum o cliente assumir com time próprio — nesse caso a transferência inclui documentação de arquitetura, ADRs e acompanhamento nos primeiros ciclos.
Vocês atendem empresas de fora do Rio Grande do Sul?
Sim. Trabalhamos de forma remota com clientes em todo o Brasil, com reuniões de acompanhamento em cadência fixa e visitas presenciais quando o projeto justifica.
Como vocês garantem que o software não vira uma caixa-preta?
Três práticas concretas: decisões de arquitetura registradas em ADRs curtos, testes automatizados que servem de documentação executável, e ambiente de desenvolvimento que sobe com um comando. Se um desenvolvedor novo não consegue rodar o sistema no primeiro dia, o projeto já tem uma dívida grave.
Vocês fazem apenas consultoria ou executam também?
Os dois, em contratos separados. Muitos clientes contratam só o diagnóstico de arquitetura e executam com o time interno depois — isso é um resultado legítimo e não tentamos empurrar a implementação junto.
Como começar?
Escreva para contato@pervian.tech descrevendo o problema que precisa resolver. Respondemos em até um dia útil com uma avaliação técnica inicial e, se fizer sentido, marcamos uma conversa de uma hora. Não cobramos por essa etapa.