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Dashboards e BI sob medida com dados confiáveis

Dashboard só ajuda quando todo mundo confia no número. Consolidamos os dados espalhados entre ERP, CRM, e-commerce e planilhas, definimos cada indicador uma única vez e entregamos painéis que respondem às perguntas que a gestão faz de verdade.

Quando faz sentido

  • Cada área chega à reunião com um número diferente para o mesmo indicador.
  • Montar o relatório de fechamento consome o tempo de alguém exportando e cruzando planilhas.
  • Os dados estão em vários sistemas que não se conversam.
  • O Power BI atual ficou lento, confuso ou depende de uma única pessoa que sabe mexer.
  • Clientes ou parceiros pedem acesso a indicadores dentro do seu sistema ou portal.
  • A gestão decide com base em dados desatualizados.

O que entregamos

Os módulos mais comuns. O escopo final sai do diagnóstico do seu processo.

Dicionário de indicadores

Cada métrica com definição, fórmula, fonte e responsável, aprovada pelas áreas antes de qualquer gráfico.

Pipeline de dados

Extração automática do ERP, CRM, e-commerce e planilhas, com carga incremental, validação e alerta quando uma fonte falha.

Data warehouse

Base analítica organizada por assunto, separada do banco de produção, com histórico preservado para comparar períodos.

Painéis por público

Visões diferentes para diretoria, gestores e operação, cada uma com o nível de detalhe de que o público precisa.

Permissão por linha

Cada usuário vê só os dados da sua unidade, carteira ou região, com a regra aplicada na base e não só na tela.

Dashboards embarcados

Indicadores dentro do seu sistema, portal do cliente ou aplicativo, com a identidade visual do produto.

Alertas por indicador

Aviso automático quando uma métrica passa de um limite, para agir antes da próxima reunião.

Integra com o que você já usa

  • TOTVS
  • SAP
  • Omie
  • Bling
  • Salesforce
  • RD Station
  • Google Workspace
  • Microsoft 365

Como funciona

  1. 1

    Diagnóstico das perguntas

    Começamos pelas decisões que a gestão precisa tomar e pelas fontes de dados disponíveis, não pelos gráficos. Sem custo.

  2. 2

    Definição dos indicadores

    Dicionário de métricas acordado entre as áreas, com fonte e regra de cálculo explícitas.

  3. 3

    Primeiro assunto de ponta a ponta

    Uma fonte e um painel, da extração à visualização, validados contra os números que a equipe já conhece.

  4. 4

    Expansão

    Novas fontes, assuntos e públicos, reaproveitando o modelo de dados construído.

  5. 5

    Operação e evolução

    Monitoramento das cargas, ajuste de indicadores quando o negócio muda e documentação para o seu time.

O que muda na operação

  • Um único número para cada indicador, aceito por todas as áreas.
  • Relatórios que se atualizam sozinhos.
  • Decisões com dados recentes, não com o fechamento passado.
  • Menos tempo gasto montando planilhas para reunião.
  • Acesso a dados controlado por perfil.

Segmentos que mais usam

  • Varejo
  • Distribuição
  • Indústria
  • Food service
  • Construção civil
  • Saúde
  • Serviços
  • Agronegócio

Perguntas frequentes

Vale mais usar Power BI ou um dashboard personalizado?

Depende de quem vai ver e onde. Para análise interna, ferramentas como Power BI e Looker Studio costumam resolver bem, e nesse caso entregamos o modelo de dados e os painéis nelas. Dashboard personalizado faz sentido quando os indicadores precisam aparecer dentro do seu produto, para clientes ou parceiros, com regras de acesso finas ou uma experiência que a ferramenta não permite. Em muitos projetos, os dois convivem sobre a mesma base.

Precisamos de um data warehouse?

Nem sempre no início. Se os dados vêm de uma ou duas fontes e o volume é modesto, uma base analítica simples resolve. O data warehouse se justifica quando há várias fontes, necessidade de histórico, consultas pesadas que não podem afetar o sistema de produção ou indicadores que cruzam áreas. Dimensionamos a solução para o tamanho do problema, com espaço para crescer.

E se os dados de origem estiverem errados?

É frequente, e o projeto de BI costuma ser o primeiro a revelar isso. O pipeline valida os dados na entrada, sinaliza inconsistências e gera relatórios de qualidade para a área responsável corrigir na origem. Maquiar o dado no dashboard só esconde o problema. Quando o erro vem de um processo falho, apontamos a causa e, se for o caso, propomos o ajuste no sistema de origem.

Os painéis ficam atualizados em tempo real?

Depende da necessidade de cada indicador. Painéis de operação, como produção, pedidos ou atendimento, podem ser atualizados em intervalos curtos ou a cada evento. Indicadores financeiros e de gestão normalmente funcionam bem com atualização periódica, que é mais simples de manter e exige menos infraestrutura. Definimos a frequência por indicador, em vez de aplicar tempo real a tudo sem necessidade.

As consultas do BI vão deixar o nosso ERP lento?

Não deveriam, e o projeto é feito para evitar isso. A extração lê o ERP de forma incremental, em horários e volumes controlados, e as consultas dos painéis rodam na base analítica, separada da produção. Quando o ERP oferece réplica de leitura ou API de exportação, usamos esses caminhos. O banco que atende a operação não fica exposto às consultas de análise.

Vamos desenhar essa solução para a sua empresa?

Cada projeto é desenhado sob medida para o seu processo, e o investimento é definido sob consulta depois de entendermos o contexto. O diagnóstico inicial não tem custo: descreva o cenário e respondemos em até um dia útil.

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