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Time dedicado de desenvolvimento de software

Um time dedicado de desenvolvimento é um modelo de contratação em que a empresa reserva a capacidade contínua de uma equipe de software, com desenvolvedores, liderança técnica e, conforme o caso, design e qualidade, e decide a cada ciclo o que entra, em vez de comprar um escopo fechado definido no início. Faz sentido quando o sistema vai evoluir sem data para acabar e as prioridades mudam conforme a empresa aprende com os usuários.

Quando faz sentido

  • O sistema já está em produção e a lista de melhorias não para de crescer.
  • As prioridades mudam a cada mês, conforme o retorno de usuários, clientes ou da operação.
  • O escopo fechado virou uma sequência de aditivos, porque o que importa só aparece com o software em uso.
  • Um projeto de escopo fechado foi lançado e agora entra numa fase de evolução contínua.
  • A diretoria está decidindo entre equipe interna ou terceirizar o desenvolvimento e precisa de capacidade antes de montar um time próprio.
  • A empresa comparou alocação de desenvolvedores e squad gerenciado e quer um time que responda pelo resultado, e não só pelas horas.

O que entregamos

Os módulos mais comuns. O escopo final sai do diagnóstico do seu processo.

Time com responsabilidade técnica

Desenvolvedores com liderança técnica respondendo por arquitetura, qualidade e entrega, e não apenas horas alocadas. A composição acompanha o momento do produto.

Planejamento em ciclos

Backlog priorizado com você a cada ciclo, com o que entra, o que sai e o porquê registrados, e entrega funcional ao fim de cada ciclo.

Governança e acompanhamento

Reuniões em cadência fixa, indicadores de entrega combinados no início e visibilidade do que está em andamento, sem relatório montado à mão.

Código e contas da sua empresa

Repositório, nuvem, domínios e contas de serviços de terceiros no nome da sua empresa, com o time entrando como colaborador.

Qualidade dentro do ciclo

Testes automatizados, revisão de código, pipeline de deploy e decisões registradas em ADRs fazem parte do trabalho de cada ciclo, não de uma fase extra.

Passagem de conhecimento contínua

Documentação de arquitetura e acompanhamento do time interno, para que a empresa possa assumir o sistema ou trabalhar junto quando decidir.

Como funciona

  1. 1

    Diagnóstico

    Entendemos o produto, o sistema atual, a equipe interna e o que precisa evoluir. Sem custo, termina numa recomendação de modelo de contratação, que pode ser o escopo fechado.

  2. 2

    Composição do time

    Definimos juntos os perfis necessários e o ritmo de trabalho, com a capacidade reservada e as regras de governança descritas em contrato.

  3. 3

    Primeiro ciclo

    Acesso aos repositórios e ambientes, leitura do código existente e uma primeira entrega pequena em produção para validar o fluxo de trabalho.

  4. 4

    Evolução em ciclos

    Prioridades revistas com você a cada ciclo, com entrega funcional e acompanhamento dos indicadores combinados.

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    Revisão do modelo

    Periodicamente avaliamos se a capacidade ainda combina com o momento: ampliar, reduzir, voltar ao escopo fechado ou passar o sistema para o time interno.

O que muda na operação

  • Capacidade de desenvolvimento previsível, sem renegociar contrato a cada mudança de prioridade.
  • Decisão sobre o que entra em cada ciclo nas mãos de quem conhece o negócio.
  • Código, documentação e contas sempre sob controle da sua empresa.
  • Conhecimento do sistema acumulado num time estável, e não espalhado entre fornecedores pontuais.
  • Saída planejada: o sistema pode passar para um time interno sem depender de nós.

Perguntas frequentes

Qual a diferença entre time dedicado e escopo fechado?

No escopo fechado, o que será entregue, as premissas e as fases ficam definidos no contrato, e mudanças passam por uma negociação explícita. Funciona quando o problema está bem definido e as regras são estáveis. No time dedicado, a empresa reserva capacidade de desenvolvimento e decide a cada ciclo o que entra, o que funciona melhor quando o produto vai evoluir continuamente e as prioridades mudam com o uso. Não existe modelo melhor em absoluto: o diagnóstico indica o que combina com o momento.

Quem decide o que o time dedicado faz em cada ciclo?

A prioridade é decidida pela sua empresa, normalmente por uma pessoa responsável pelo produto ou pelo processo. O time técnico traz para a conversa o esforço, os riscos e as dependências de cada item, e pode recomendar que algo técnico entre antes, como uma correção de segurança ou uma melhoria de arquitetura que destrava as próximas entregas. A decisão e o motivo ficam registrados no planejamento do ciclo.

De quem é o código produzido pelo time dedicado?

O código produzido pelo time dedicado é da sua empresa, desde o primeiro commit. O repositório, a conta de nuvem, os domínios e as contas de serviços de terceiros ficam no nome da empresa, e o time entra como colaborador. A cessão dos direitos sobre o código fica escrita no contrato, junto com a documentação e a passagem de conhecimento previstas para o caso de a empresa decidir assumir o sistema.

Time dedicado é o mesmo que alocação de desenvolvedores?

Time dedicado não é o mesmo que alocação de desenvolvedores. Na alocação, a empresa contrata horas de profissionais e precisa comandar o trabalho, a arquitetura e a qualidade por conta própria. No time dedicado, a equipe vem com liderança técnica e responde por como o software é construído, enquanto a empresa decide o que construir. Se a sua empresa já tem liderança técnica forte, a alocação pode bastar; se não tem, ela vira um risco.

Como acompanhar se o time dedicado está entregando?

O acompanhamento do time dedicado é feito pelo que chega em produção, e não por horas registradas. Cada ciclo termina com software funcionando que você pode usar, e os indicadores de entrega são combinados no início, como itens concluídos, tempo entre o pedido e a entrega e incidentes em produção. Reuniões em cadência fixa mostram o que foi feito, o que ficou para trás e por quê.

É possível começar com escopo fechado e migrar para time dedicado?

Começar com escopo fechado e migrar para time dedicado depois do lançamento é um caminho comum. A primeira versão tem um objetivo claro e cabe num escopo definido. Depois que o sistema está em uso, as prioridades passam a vir do que os usuários pedem e do que a operação mostra, e aí a capacidade contínua costuma servir melhor que uma sequência de aditivos.

Como funciona a cobrança do time dedicado?

A cobrança do time dedicado é recorrente, pela capacidade reservada, e não por entrega. A composição do time, a vigência, as regras para ampliar ou reduzir a equipe e as condições de encerramento ficam escritas na proposta e no contrato. O investimento é definido sob consulta, depois do diagnóstico inicial, que é gratuito.

Vamos desenhar essa solução para a sua empresa?

Cada projeto é desenhado sob medida para o seu processo, e o investimento é definido sob consulta depois de entendermos o contexto. O diagnóstico inicial não tem custo: descreva o cenário e respondemos em até um dia útil.

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